quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Eventos Finais


                O fim do mundo parece lógico para o ser humano, afinal tudo que se conhece tem início e fim, logo é fácil imaginar que o mundo um dia vai acabar, mas daí muitas perguntas surgem. O mundo vai acabar mesmo? E se isso for verdade quando e como vai acontecer?  Muitas teorias surgiram a partir desse assunto. Um novo dilúvio, aquecimento global, aumento da massa solar, asteroides gigantes, guerra nuclear, mudança climática todas são teorias do fim do mundo ou pelo menos da vida do homem na Terra, mas o que as escritas bíblicas falam sobre os últimos eventos desse planeta?
                Após falar sobre a morte, Paulo se detém a respeito do fim do mundo. Ele começa afirmando que não é permito falar sobre a data dos últimos eventos desse mundo I Tessalonicenses 5:1, porque “o dia do Senhor virá como ladrão noturno” I Ts 5:2. Esta passagem pode ser interpretada como uma vinda furtiva, secreta que poucos perceberiam, porém quando a vinda do Senhor é comparada a de um ladrão é porque será sem aviso e pegará a muitos de surpresa.
                Segundo Paulo em I Ts 5:3, as pessoas nos últimos dias estarão tranquilas e sem preocupações e não terão problemas, serão  tranquilos igualmente ao tempos de paz. Entretanto, de repente virá grande tribulação pegando as pessoas despreparadas.
                Paulo insiste nos versos seguintes (I Ts 5:4-7) que os cristãos devem se manter vigilantes, para tanto, ele usa metáforas como dia, luz e sóbrios para os cristãos vigilantes, e trevas, dormir e embriaguês para pessoas que não estão preparadas para os últimos dias. Os cristãos devem estar preparados para os eventos que levarão ao fim do planeta, mesmo que não saibam quando o fim vai chegar.
                Paulo ainda insiste para os cristãos se revestirem de fé e esperança na salvação, pois nos eventos finais Deus não chamou os cristãos para a ira, mas para a salvação dada por meio da morte de Cristo. Ele chamará os vivos e os que já morreram e ressuscitarão na sua vinda, para viverem juntos dEle.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Os mortos em Cristo

                    O estudo dessa semana está baseado em I Tessalonicenses  4:13-18. Paulo vai discutir a respeito da morte e os eventos finais desse planeta com pecado. Os cristãos da cidade de Tessalônica tinham dúvidas sobre o que aconteceria com os mortos, principalmente em relação à volta do salvador. É importante lembrar que a região onde viviam os tessalonicenses recebia muita influência da cultura grega.  Para o grego todos que morriam iriam para o Hades (inferno). O grego acreditava que existiam cinco infernos. As pessoas que tinham uma vida virtuosa iriam para o primeiro inferno, mas aquele que tinha uma vida cheia de vícios iria para o quinto dos infernos. Também existia a teoria de que quem morria ficava vagando por ai, sem rumo (os fantasmas). Outra teoria era de que quem morria, morreu e pronto, acabou, suas memórias em poucos anos acabariam.
                Entre tantas teorias o que parece é que os tessalonicenses imaginavam que quem morria não veria Cristo voltar ou teria algum tipo de desprestígio na ocasião da volta de Cristo. Paulo escreve com o objetivo, não apenas, de tirar os tessalonicenses da ignorância, mas também de dar-lhes conforto em relação a morte e a segunda vinda de Cristo.
                No verso 14 de I Ts 4, Paulo apresenta a esperança da ressurreição em Cristo, que era a teoria menos aceita na época, provavelmente, apenas os cristãos aceitavam essa teoria. Acreditando que Cristo ressuscitou, Ele também seria capaz de ressuscitar os mortos que se mantiveram firmes na fé.
                No verso 15, Paulo é categórico em afirmar que não haverá privilégios para os vivos em relação aos mortos. Esta era uma das grandes preocupações dos cristãos em Tessalônica.
                No verso 16 é apresentada uma visão do fim dos tempos, quando Cristo voltar, “ao som da trombeta, ..., os mortos em Cristo ressuscitaram primeiro”.  Caso existisse alguma dúvida a respeito do que acontecia com os mortos, nesse verso as dúvidas são sanadas. Os mortos ficariam a espera da volta de Cristo para em fim ressurgir, nada de Hades, nada de morrer e acabar, nada de ficar vagando por aí. Apenas a espera do Salvador.
                Nos versos 17 e 18 é apresentado o que aconteceria com os vivos, nós quais, Paulo tinha a esperança de estar incluso. Eles seriam transformados para viverem juntos com os que ressuscitaram, ao lado de Cristo. No fim, Paulo pede para os tessalonicenses, que a mensagem de esperança seja levada aos outros.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Vida Santa


      O estudo dessa semana pode ser dividido em três temas principais.
         O primeiro tema pode ser encontrado em I Tessalonicenses 4:1 - "Finalmente, meus irmãos, vos pedimos e exortamos no Senhor Jesus que, tendo ouvido de nós como deveis viver para agradar a Deus, e assim já viveis: todavia, deveis ainda progredi". Paulo chama atenção as atitudes dos cristãos de Tessalônica, ele avisa para se viver para agradar a Deus, mesmo sabendo que eles se esforçavam muito para isso, Paulo sabia que a vida de um cristão passa pela tentativa contínua de chegar a mais perfeita adoração, que inclui tanto o rito religioso como a vida cotidiana. Por mais que se acerte em certos aspectos da vida em outros podemos errar, e não se deve ter conformismo com os poucos acertos, deve-se sempre procurar força em Cristo Jesus para melhorar o que não está em conformidade com a vida cristã.
O Segundo ponto está relacionado com o cotidiano da vida. Em I Ts 4:8, Paulo fala sobre o comportamento do maridos com relação a sua esposa. E da forma que está colocado na carta de Paulo, esse comportamento está ligado ao ato sexual. Paulo afirma que os cristãos não devem se "deixar levar pelas paixões, como os gentios". Neste ponto é necessário entender o contexto histórico de Tessalônica. A cidade de Tessalônica ficava na região da Macedônica, ao norte da Grécia. Desde Filipe, pai de Alexandre, o Grande, os macedônicos vinham sendo fortemente influenciados pela cultura grega. Parte do culto grego aos deuses olímpicos passa pelo ato sexual. Para homenagear a Zeus, Apolo, Diana e outros deuses verdadeiras orgias eram realizadas. Paulo apela aos cristão para não seguirem as mesmas atitudes.
Esse tema ainda continua em pauta no dias de hoje, nunca se pregou tanto sobre liberdade sexual como atualmente, talvez tamanha apologia a esse tipo de conduta só tenha acontecido antes na Grécia e Roma Antigas. Para um cidadão contemporâneo pode-se ter relação sexual com quem se quiser, a hora que se quiser e do jeito que se quiser fazer. Mas Paulo avisa que devesse tratar a "esposa com santidade e respeito, sem se deixar levar pelas paixões, como os gentios".
Fugindo um pouco do tema da conduta sexual, a desse entender que Paulo também quer incentivar aos cristãos a não serem influenciados pelo grupo maior e mais forte. Por mais que pareça interessante seguir o que a maioria quer, para Paulo é melhor manter-se em santidade, ele ainda faz uma dura advertência para aqueles que gostam de seguir os grupinhos e negligenciam a voz de Deus. Ele diz "quem despreza estas instruções não despreza um homem, mas Deus, que vos infundiu o seu Espírito Santo".https://mail.google.com/mail/u/0/images/cleardot.gif
        O terceiro e último tema é tratado em I Ts 4:13-18, é relacionado a morte. Na época muitos cristão tinham dúvidas sobre o que aconteceria com os mortos na ocasião da volta de Cristo. Temiam a morte e sentiam muito pelos parentes que morriam em decorrência da demora da volta do Salvador. Paulo primeiro tenta acalma-los sobre o tema morte, pois poderiam ter a firme esperança de que se Cristo ressuscitou, também ressuscitaria os que descansaram em Cristo (verso 14). Paulo continua falando que os mortos ao som do arcanjo serão ressuscitados e depois os vivos serão levados para as nuvens e assim todos estarão para sempre com o Senhor (versos 16 e 17). Para Paulo a morte de um parente querido não é motivo de desespero, claro que se fica triste, mas Paulo vê mais um motivo para se agarrar firmemente a Deus, pela esperança de ver os amigos e parentes que descansaram no Senhor, quando Cristo voltar.                      

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Alegria e gratidão (1Ts 1:1-10)

Na lição dessa semana o capítulo 1 de I Tessalonicenses será estudado na integra. Paulo escreve nessa primeira parte da carta um agradecimento a Deus e os motivos desse agradecimento, todos giram em torno dos cristãos de Tessalônica e das ações dessa igreja, que apesar de
iniciante, passa por desafios que são enfrentados com fé em Deus e Cristo Jesus.
No início do capítulo Paulo sauda os cristãos de Tessalônica desejando-os graça e paz, uma saudação típica Grega, a graça e típica judaica, a paz. Paulo sabia das dificuldades que os Tessalonicenses passavam e demonstrou sua preocupação por eles, mostrando-lhes que tinham a graça de Jesus e a paz de Deus, que é uma paz, que independe das dificuldades passadas, é a paz em meio a guerra, é o se sentir em paz.
No verso dois, Paulo começa o agradecimento. Ele agradece pelas pessoas que aceitaram a mensagem. Ele não agradece por essas pessoas o ajudarem na obra, ou porque elas devolvem o dízimo, mas simplesmente, porque elas decidiram entregar o coração a Cristo.
Em seguida no verso 3, ele mostra as evidências da entrega que os cristãos em Tessalônica fizeram. É interessante que alguns negligenciam as obras no processo da salvação. Há de se lembrar que a salvação é dada e não imposta, a demonstração da minha aceitação da salvação são as obras. Alguns ainda podem dizer que "Deus conhece o meu coração, e Ele sabe que eu aceitei a salvação", mas não se pode esquecer que Deus foi acusado de tirano por satanás, a forma de provarmos para o universo que a escolha de Deus por nós não é arbitrária, é por meio das obras, demonstrando assim que também escolhemos a Deus e o seu sacrifício na cruz.
Paulo termina o capítulo agradecendo a Deus, pois os Tessalonicenses se tornaram exemplo, dignos de imitação, não apenas nas regiões vizinhas, mas também por toda parte. É certo que nosso modelo maior é Cristo, mas inevitavelmente, seres humanos acabam por admirar outros seres humanos, e é nesse ponto que Paulo é grato, porque ao conhecerem a verdade os cristãos de Tessalônica se tornaram bons exemplos e não maus exemplos. As perguntas que ficam são: Quem me apresentou a fé tem motivos para agradecer a Deus pelo que tenho feito? E será que sou um exemplo digno de imitação?  

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Tessalônica nos dias de Paulo

O início do cristianismo é marcado por dificuldades e perseguições. A própria vida de Cristo é cheia de perseguições. Muitas vezes se acha que as perseguições a Cristo e aos cristãos é devido à inveja dos judeus, mas outros motivos são responsáveis pela não aceitação da mensagem de Cristo. Um exemplo disso é o medo de uma retalhação de Roma ao novo movimento.
Os Judeus não eram um povo conhecido por aceitar bem o julgo romano. Uma preocupação constante de Roma era quando seria a próxima rebelião entre os Judeus. Quando Pilatos entregou Cristo para a crucifixão, ele pensou que se não o fizesse aquela multidão poderia se revoltar, e ele não teria mais o controle.
Por outro lado os líderes judeus sabiam que caso houvesse uma revolta, a retalhação romana poderia não só destruir os revoltosos como também o templo, a cidade de Jerusalém e a terra Santa como aconteceu no ano 70 d.C. O medo dos líderes judeus era que aquele movimento, que girava em torno de Jesus, não fosse visto apenas como um movimento pacífico, religioso, mas sim como um movimento político, pode-se entender isso no evangelho de João cap. 11 versos 48-50. De fato os romanos chegaram a acreditar que aquele movimento era um movimento político, pois a morte na cruz era dada aos opositores políticos de Roma, esse foi o caso de Jesus e Pedro.
No caso de Tessalônica não foi diferente. Paulo enfrentou oposição de Judeus e dos líderes políticos, que teriam inveja do que Paulo e também medo de uma retalhação romana por causa do movimento Cristão. Depois que Paulo saiu de Tessalônica, ele passo a incentivar os Cristãos da cidade a manterem-se firmes na fé, apesar de qualquer dificuldade que pudessem enfrentar.
Nos dias de hoje há o privilégio de uma grande liberdade religiosa, mas o inimigo ainda trabalha de maneira velada na perseguição aos cristãos. Apesar de não existir uma perseguição institucionalizada, o inimigo fez com que parecesse ridículo ser cristão. As pessoas acham que seguir as escrituras sagradas é bobagem, que guardar os mandamentos de Deus não tem nada a ver. Os Cristãos não são mais respeitados, sua opinião não tem valor. Nesse contexto é difícil não ver que, apesar de não haver uma instituição por trás da perseguição, ainda existe uma perseguição aos cristãos.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Preservando relacionamentos

Como seres humanos, Deus fez as pessoas seres sociais. Por mais que o mundo caminhe para um individualismo exagerado, onde o que mais importa são interesses e ganhos pessoais, ainda há a necessidade de pessoas se unirem e sentir prazer na companhia de outros. O grande problema é que quando uma pessoa se aproxima de outra, os valores que as aproximam, quase nunca são valores que realmente nutrem a alma humana. As pessoas procuram umas nas outras beleza, posição social, dinheiro, algo que elas possam se beneficiar ao desfrutar da companhia dela. O grande problema é que essas coisas são superficiais ou passageiras, e não demonstram o que a pessoas realmente é.
Como cristão os relacionamentos devem ser pautados em outros valores. Segundo Paulo a esperança, glória e alegria do cristão são as pessoas que são levadas para Cristo (1Ts: 2:19). A base do relacionamento Cristão é procurar levar as pessoas a Cristo. O Interessante desses relacionamentos é que o Cristão, aparentemente, não ganha nada. O Cristão simplesmente procura fazer com que as pessoas que se relacionam com ela encontre a felicidade plena por meio de Cristo.
O que motiva os relacionamentos dos cristãos?
O que é preciso fazer para ter um relacionamento saudável?
A quem os cristãos devem agradar?  

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Em espírito e em verdade

Cristo afirma que "está chegando a hora, e de fato já chegou, que os verdadeiros adoradores adorarão ao pai em espírito e em verdade" (Jo. 4:23). Entretanto o que seria adorar a Deus em espírito e em verdade? E por que nesse verso Cristo separa espírito da verdade? É possível adorar a Deus em espírito sem verdade, ou em verdade sem espírito?
Em todas as religiões existem rituais para a adoração. Nas três mais conhecidas do ocidente por exemplo, (Cristianismo, Islamismo, Judaísmo) os rituais tomam, muitas vezes, papel central no processo de adoração.
No Islã tem-se no mínimo cinco momentos de adoração. Nesses momentos o adorador deve estar voltado para Meca, ajoelhar e sentar sobre as pernas, curva o tronco até que o rosto toque o chão e por várias vezes levantar e abaixar o tronco dizendo "Deus é grande". O Judaísmo encontramos vários rituais descritos na Torah (O pentateuco bíblico). Muitos desses rituais, para não dizer todos, ainda são seguidos pelos Judeus. E os diversos cultos cristãos, das diversas igrejas cristãs, cada culto com seu ritual específico, cada igreja com seus cultos. Com tanta diversidade de cultos, rituais, igrejas, religiões, qual seria a forma verdadeira de adoração?
Nos vários exemplos bíblicos a adoração verdadeira, os rituais não são o papel central da adoração, mas sim o que aquele ritual significa, ou para quem o ritual aponta. Abraão, Moisés, Davi, Daniel, até mesmos os discípulos tinham rituais diferentes para a adoração. Entretanto esses rituais eram baseados em significados que apontavam para o ser adorado. Não eram rituais vazios, de apelo emocional. Eram rituais racionalizados, que serviam para lembrar o ser Criador e Salvador, sem o qual não se é nada, e ao qual se deve tudo.
Cristo diz que a adoração deve ser em "espírito", de alma sincera, uma transformação interna, de pensamentos e emoções. E a adoração dever ser em "verdade", quando há uma transformação interna, na alma, ela é expressada em ações, no lado externo. Essa é a adoração completa, na mente e nos braços, por dentro e por fora.
Comente para você o que é adoração em espírito e em verdade?

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Adoração: do exílio à restauração.

No exílio o povo de Deus passou por muitas provas. Como exemplos temos a história de Azarias, Misael e Hananias que foram jogados na fornalha por não adorarem a estátua do rei Nabucodonosor. Também Daniel quando foi jogado na cova dos leões por não adorar o rei da Pérsia e elevar adoração a Deus.
De volta a casa o povo de Israel tinha uma missão, reconstruir o templo que antes apontava a presença de Deus no meio do povo. Mas o povo estava acostumado com o tipo de adoração que eles viam no exílio. Em vez de influenciarem os povos que os levaram para o exílio, foram influenciados. De volta ao lar, o povo de Israel realizavam práticas que aprenderam no exílio. Assim tentavam fazer a adoração que os agravam, mas se esqueceram de fazer a adoração que agrada a Deus.
Outro problema desse período era a importância exagerada que era dada aos rituais e símbolos que serviam para ensinar o povo de Israel e não para serem adorados. É o caso do templo que era muitas vezes era mais reverenciado do que o próprio Deus. É claro que o respeito e a reverência as coisas que Deus deixou para cuidarmos, deve ter sempre uma importância muito grande. Mas não devemos esquecer que essas coisas foram criadas por Deus, para nós indicar o próprio Deus e Salvador. Cristo sim é quem deve ser adorado.
A questão não é tratar os símbolos que Deus nós deixou de qualquer jeito. Não é dessa forma que devemos agir. Mas devemos sempre lembrar que os símbolos não são alvo de nossa adoração, mas sim o que eles apontam, O nosso Deus.      

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Adoração

Nessa semana entramos no último mês do trimestre. E que trimestre abençoado esse! A cada dia conhecemos mais sobre a adoração a Deus.
Em seu primeiro mandamento Deus nos ordena a não termos outros deuses diante dEle. É desse mandamento que percebemos a importância da adoração. A adoração coloca cada coisa em seu devido lugar. Deus deve ser o primeiro e o centro de tudo.
A adoração não é uma sequência de rituais, de louvores, orações e pregações. Tudo isso pode ser parte da adoração, desde que, seja para lembrar que Deus é dono da nossa vida, e pensamentos. Mas a adoração vai além podemos adorar a Deus a cada segundo do nosso dia. A cada momento que subjugamos a nossa vontade sob a vontade de Deus, O adoramos.
Não é Deus que precisa de nossa adoração, mas nós precisamos adorar. Só assim reconhecemos nosso Salvador e aceitamos sua graça.