No exílio o povo de Deus passou por muitas provas. Como exemplos temos a história de Azarias, Misael e Hananias que foram jogados na fornalha por não adorarem a estátua do rei Nabucodonosor. Também Daniel quando foi jogado na cova dos leões por não adorar o rei da Pérsia e elevar adoração a Deus.De volta a casa o povo de Israel tinha uma missão, reconstruir o templo que antes apontava a presença de Deus no meio do povo. Mas o povo estava acostumado com o tipo de adoração que eles viam no exílio. Em vez de influenciarem os povos que os levaram para o exílio, foram influenciados. De volta ao lar, o povo de Israel realizavam práticas que aprenderam no exílio. Assim tentavam fazer a adoração que os agravam, mas se esqueceram de fazer a adoração que agrada a Deus.
Outro problema desse período era a importância exagerada que era dada aos rituais e símbolos que serviam para ensinar o povo de Israel e não para serem adorados. É o caso do templo que era muitas vezes era mais reverenciado do que o próprio Deus. É claro que o respeito e a reverência as coisas que Deus deixou para cuidarmos, deve ter sempre uma importância muito grande. Mas não devemos esquecer que essas coisas foram criadas por Deus, para nós indicar o próprio Deus e Salvador. Cristo sim é quem deve ser adorado.
A questão não é tratar os símbolos que Deus nós deixou de qualquer jeito. Não é dessa forma que devemos agir. Mas devemos sempre lembrar que os símbolos não são alvo de nossa adoração, mas sim o que eles apontam, O nosso Deus.
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