Na lição dessa semana o capítulo 1 de I Tessalonicenses será estudado na integra. Paulo escreve nessa primeira parte da carta um agradecimento a Deus e os motivos desse agradecimento, todos giram em torno dos cristãos de Tessalônica e das ações dessa igreja, que apesar de
iniciante, passa por desafios que são enfrentados com fé em Deus e Cristo Jesus.
No início do capítulo Paulo sauda os cristãos de Tessalônica desejando-os graça e paz, uma saudação típica Grega, a graça e típica judaica, a paz. Paulo sabia das dificuldades que os Tessalonicenses passavam e demonstrou sua preocupação por eles, mostrando-lhes que tinham a graça de Jesus e a paz de Deus, que é uma paz, que independe das dificuldades passadas, é a paz em meio a guerra, é o se sentir em paz.
No verso dois, Paulo começa o agradecimento. Ele agradece pelas pessoas que aceitaram a mensagem. Ele não agradece por essas pessoas o ajudarem na obra, ou porque elas devolvem o dízimo, mas simplesmente, porque elas decidiram entregar o coração a Cristo.
Em seguida no verso 3, ele mostra as evidências da entrega que os cristãos em Tessalônica fizeram. É interessante que alguns negligenciam as obras no processo da salvação. Há de se lembrar que a salvação é dada e não imposta, a demonstração da minha aceitação da salvação são as obras. Alguns ainda podem dizer que "Deus conhece o meu coração, e Ele sabe que eu aceitei a salvação", mas não se pode esquecer que Deus foi acusado de tirano por satanás, a forma de provarmos para o universo que a escolha de Deus por nós não é arbitrária, é por meio das obras, demonstrando assim que também escolhemos a Deus e o seu sacrifício na cruz.
Paulo termina o capítulo agradecendo a Deus, pois os Tessalonicenses se tornaram exemplo, dignos de imitação, não apenas nas regiões vizinhas, mas também por toda parte. É certo que nosso modelo maior é Cristo, mas inevitavelmente, seres humanos acabam por admirar outros seres humanos, e é nesse ponto que Paulo é grato, porque ao conhecerem a verdade os cristãos de Tessalônica se tornaram bons exemplos e não maus exemplos. As perguntas que ficam são: Quem me apresentou a fé tem motivos para agradecer a Deus pelo que tenho feito? E será que sou um exemplo digno de imitação?

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